10° Festa Ville Dia das Crianças

Proteção é obrigação, felicidade também.

No último dia 12 de Outubro, as crianças da Comunidade Heliópolis, na cidade de  São Paulo, juntamente com as do bairro Maracanã, em Atibaia, tiveram motivos de sobrar para esbanjarem alegria. É que nesta data, foi realizada a 10° Festa Ville Dia das Crianças, com direito a diversos presentes, como bonecas para as meninas e caminhõezinhos para os garotos, além de um espaço todo especial preparado para a garotada, com direito a escorregador, cama elástica e muito mais.

Assim é a Ville, levando sorrisos e felicidade aos nossos pequenos e segurança pra você.


O ComeçoComemoraçãoCama elásticaEscorrega!Nossa Senhora AparecidaÉ tudo festa!Mais presentesEntrega dos presentesÀ vontadePura alegriaCarregando alegriaFelicidade estampada

Abril: Mês da Saúde e Segurança no Trabalho

28-de-abril

No dia 28 de abril de 1969, 78 famílias norte-americanas passaram a deixar de contar com seus pais, irmãos e maridos para jantar. Uma explosão numa mina no estado da Virgínia matou esses trabalhadores.

Em 2003, a data foi instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, em memória às vítimas de acidentes e doenças ocupacionais. É o dia em que o mundo se obriga a discutir e refletir sobre o tema. É o dia em que essas 78 famílias, assim como milhares de outras, choram por seus entes queridos.

Assim, o dia 28 passou a ter uma importância especial na agenda global, alavancando discussões, debates e ações de autoridades públicas e integrantes da iniciativa privada. Na América Latina, nossa realidade chancela a necessidade dessa agenda. Estudo conduzido pelo Banco Inter-Americano de Desenvolvimento para a América Latina aponta que 20 a 27 milhões de acidentes de trabalho ocorrem anualmente na região, sendo 90 mil fatais. A pesquisa constata que 250 pessoas morrem por dia e que acontecem 40 a 50 acidentes por minuto em ambientes de trabalho.

Já as estatísticas divulgadas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) posicionam o Brasil no 4º lugar do ranking de acidentes fatais e 15º no de acidentes gerais. Segundo José Pastore, sociólogo da Universidade de São Paulo (USP), o país gasta nada menos que R$ 71 bilhões com o tema.

No início do segundo semestre de 2013, a OIT divulgou que aproximadamente 86% dos óbitos anuais em todo o mundo em ambientes laborais são causados por doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

Os números revelam uma triste realidade. Diariamente, milhares de trabalhadores e suas famílias sofrem as consequências dos acidentes e doenças ocupacionais. É uma reação em cadeia, em que todos perdem: o trabalhador, que coloca sua vida em risco e pode ficar com marcas eternas; sua família, que arca com um problema social em casa em razão do trauma de um de seus integrantes; a empresa, que passa a contar com uma pessoa a menos em sua equipe; e o Estado, que administra questões como o auxílio-doença, o auxílio-acidente, a reabilitação profissional e pessoal, a aposentadoria por invalidez e a pensão por morte.

Data: 21/04/2014 / Fonte: Administradores ( Revista Proteção )

Produção industrial sobe 0,7% em setembro, aponta IBGE

A produção industrial brasileira recuperou-se de dois meses de fraqueza ao avançar 0,7% em setembro na comparação com agosto, com impulso do segmento de bens de capital, mas ainda assim ficou abaixo do esperado. Na comparação com setembro de 2012, a produção avançou 2,0%, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ambos os resultados ficaram abaixo do esperado em pesquisa da Reuters, que apontava na mediana alta de 1,20% na comparação mensal e avanço de 2,80% ante o mesmo mês do ano passado. Em setembro, o destaque ficou para a categoria Bens de Capital, medida de investimento, que avançou 4% ante agosto e 24,1% ante o mesmo período de 2012. O segmento de Bens Intermediários não registrou variação na comparação mensal e apresentou avanço de 0,4% ante setembro do ano passado.

Por outro lado, a categoria Bens de Consumo recuou 0,2% ante agosto, pressionado pela queda de 1,4% na produção de semiduráveis e não duráveis. Ante setembro de 2012, a produção de bens de consumo teve queda de 0,9%.

Pelos ramos de atividade, 13 dos 27 pesquisados apresentaram alta mensal, com destaque para veículos automotores, que teve alta de 6,2%. Em contrapartida, a produção de impressão e reprodução de gravações caiu 12,2% e o refino de petróleo e produção de álcool mostrou queda de 4,5%.

Fonte: Site Terra

SP: Especialistas Internacionais na Área de Equipamento de Proteção Individual (EPI) reuniram-se no IAC

Campinas/SP

O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) promoveu o 1º International Symposium on PPE for Agricultural Pesticide Operator: Approch for Adressing PPE Issues, na semana passada. É a primeira vez que especialistas na área de Equipamento de Proteção Individual (EPI), para aplicação de agrotóxicos, de vários países se reuniram para trocar informações sobre as técnicas para uso de vestimenta de proteção na agricultura, treinamento e experiências sobreseleção e recomendação de EPI. Compareceram à sede do IAC 66 pessoas do Brasil e de outros países, como Estados Unidos, Grécia, Reino Unido, Costa Rica, Bélgica e Alemanha.

O IAC participou da equipe da Associação Brasileira de Normas Técnicas (Abnt) e da Organização Internacional de Normatização (ISO) que desenvolveram, no passado, normas adequadas para ensaios em EPI na área agrícola, até então inexistentes no País. “O Brasil é o único país que tem estudos desses equipamentos em clima tropical, por isso o grande interesse neste evento”, afirmou Hamilton Humberto Ramos, diretor-geral do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Para Ramos, a ideia do simpósio surgiu durante discussões com a Abnt e a ISO para o EPI no Brasil, pois os pesquisadores e profissionais na época tiveram contato com pessoas de todas as partes do mundo e, assim, perceberam as diversas realidades, necessidades e formas de produção dos equipamentos. Durante o encontro, os participantes buscaram harmonizar os conceitos para a seleção e recomendação de EPIs.

Além de organizador, o IAC também apresentou seus trabalhos e resultados sobre os ensaios com vestimentas de proteção para riscos químicos com agrotóxicos. Ramos e a responsável pelo Laboratório de Qualidade de Vestimentas de Proteção para Riscos Químicos com Agrotóxico do IAC, Viviane Correa Aguiar, proferiram a palestra PPE Requirements and Certification in Brazil.

No ano passado, o IAC avaliou 116 vestimentas de diferentes fabricantes e modelos. Os resultados dos testes indicaram que 60% das peças atendiam ao padrão mínimo de qualidade. Viviane Aguiar, no entanto, destacou a falta de uniformidade entre o tecido da mesma amostra e porcentual de vestimentas reprovadas nos ensaios das costuras.

Certificação Voluntária
Laboratório de Qualidade do IAC é reconhecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego para a avaliação das vestimentas. Antes da normalização, os fabricantes de EPIs assinavam um termo (Certificado de Aprovação - CA), no Ministério do Trabalho, no qual se comprometiam que a vestimenta tinha a qualidade necessária. Atualmente, para obter o CA, é preciso laudo que comprove a qualidade da peça.

Desde 2006, existe o Programa IAC de Qualidade em Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura (Quepia). É a primeira iniciativa de certificação voluntária de qualidade dentro da área de segurança na agricultura. Como fato histórico, o 1º Certificado de Aprovação no Brasil emitido pelo Ministério do Trabalho, para vestimentas de proteção com base em padrões de qualidade, teve laudo emitido pelo IAC.

Um dia depois do encontro, um grupo de participantes visitou duas propriedades rurais em Jundiaí e em Piracicaba. Na primeira, os congressistas conheceram métodos de produção de diversos tipos de frutas e, em Piracicaba, numa fazenda dedicada somente à citricultura, assistiram à aplicação de agrotóxico nas árvores.

Fonte: IAC

Exportação de Couro Brasileiro Cresce

A indústria coureira do Brasil exportou US$ 160 milhões em peles e couros no mês de julho de 2012. O valor representa um crescimento de 14,29% em relação ao montante exportado no mesmo período do ano passado. O aumento nas exportações confirma a projeção do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) de recuperar o recuo de vendas para o mercado externo acumulado no primeiro semestre (-2,66%) e, possivelmente, superar 2011 no valor das exportações.

O prognóstico positivo para o couro brasileiro no mercado internacional só está sendo possível pelo excelente posicionamento do produto junto aos países alvo para exportação. Trata-se de uma construção de relacionamento, imagem e qualidade nos últimos anos que permite ao couro brasileiro manter-se em ascensão e contornar as grandes dificuldades que se apresentam no mercado externo. A crise na Europa tem sido uma barreira para diversos segmentos e os sinais de retração de compradores são visíveis para vários países com tradição na produção coureira.

Vale ressaltar que, na economia brasileira, o setor couro e peles ocupa a 7ª posição dos produtos semimanufaturados exportados e 24º posição em relação a todos os produtos exportados pelo Brasil. Conclui-se que o setor conseguiu manter a posição frente a outros produtos exportados.

Fonte: CICB (Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil)

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